Atividades culturais

Encontro com o cinema. «Amanhece, que nao é pouco»

Encontro com o cinema. «Amanhece, que nao é pouco» © Compañía de Aventuras Comerciales, Televisión Española, Paraíso / Instituto Cervantes

A segunda sessão de «Cita con el cine/Encontro com o cinema» é dedicada a Amanece, que no es poco/Amanhece, que é pouco, de José Luis Cuerda. 


Este título se converteu, praticamente desde sua estreia, num clássico contemporâneo. Precedido pelo curta-metragem Total (1983), de José Luis Cuerda, este filme supõe um exemplo perfeito da comédia surrealista espanhola. O sucesso de seu imaginário levou seu diretor a realizar dois filmes que seguiam a mesma linha genérica em Así en el cielo como en la tierra/Assim no céu como na terra (1995) e Tiempo después(2018), seu último filme.

O debate sobre o filme será moderado por Pablo Adiego.

Sinopse

Teodoro é um engenheiro espanhol, professor na Universidade de Oklahoma, que regressa a Espanha para desfrutar de um ano sabático. Ao chegar, se entera de que seu pai matou sua mãe e, para compensar a perda, comprou-lhe uma moto con sidecar para viajar juntos. Assim é como chegam a uma vila remota na montanha que parece deserta; o que ocontece é que todos os vizinhos estão na igreja, porque a missa é um autêntico espetáculo. Pai e filho assistem as eleições que se realizam cada ano para prefeito, padre, professor e puta. Além de que, chegou na vila um grupo de estudantes de uma universidade norte-americana, uns meteorologistas belgas, um grupo de dissidentes dos Coros do Exército Russo e inclusive invasores camuflados de uma vila próxima.

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